Centro Qualifica da ACIFF

2017-10-13

O Centro Qualifica da ACIFF foi criado pelo Despacho n.º 7534/2017, de 25 de Agosto após uma exaustiva e fortemente concorrida fase de candidaturas.
A ANQEP (Agência Nacional para a Qualificação e Ensino Profissional) acreditou que o nosso projeto irá, através de uma equipa experiente, jovem e dinâmica, contribuir para uma melhor qualificação e consequente melhor emprego na nossa região.

Este programa procura concretizar, essencialmente, os seguintes objetivos:

• Aumentar os níveis de qualificação e melhorar a empregabilidade dos ativos, dotando-os de competências ajustadas às necessidades do mercado de trabalho;

• Reduzir significativamente as taxas de analfabetismo, literal e funcional, combatendo igualmente o semianalfabetismo e iletrismo;

• Valorizar o sistema, promovendo um maior investimento dos jovens adultos em percursos de educação e formação;

• Corrigir o atraso estrutural do país em matéria de escolarização no sentido de uma maior convergência com a realidade europeia;

• Adequar a oferta e a rede formativa às necessidades do mercado de trabalho e aos modelos de desenvolvimento nacionais e regionais.

DESTINATÁRIOS

É dirigido a Adultos com idade igual ou superior a 18 anos que procurem uma qualificação e, excecionalmente, a jovens, entre os 15 e os 17 anos, que não se encontrem a frequentar modalidades de educação ou de formação profissional e que não estejam inseridos no mercado de trabalho.

A 2 de outubro iniciamos a nossa atividade em força na região de Coimbra, incidindo nas zonas geográficas com maiores necessidades. Contaremos com todos os nossos associados, parceiros e toda a comunidade para “aproveitar” da melhor forma esta iniciativa, e a título inteiramente gratuito, verem reconhecidas as capacidades e aptidões aprendidas ao longo da vida pela população em geral.

O Centro Qualifica da ACIFF funcionará nas instalações da Associação Comercial e Industrial da Figueira da Foz, no Largo Professor Vítor Guerra, n.º 3, no centro da cidade.

Mais informações e inscrições poderão ser obtidas no local, no site da ACIFF (www.aciff.pt), na página de facebook – Centro Qualifica da ACIFF ou através dos contactos 233.401.323 e do email qualifica@aciff.pt.

Mais Qualificação Melhor Emprego.

Invista em si, Invista no seu futuro.

Seminário RGPD - Proteção de dados nas empresas

2017-10-03

Novo Regulamento | Obrigações e boas práticas

A ACIFF - Associação Comercial e Industrial da Figueira da Foz, em parceria com Academia de PME do IAPMEI e a LCG – Consultoria, S.A. , promovem no próximo dia 19 de outubro no Auditório da Incubadora de Empresas da Figueira da Foz, a realização do seminário 'Proteção de dados nas empresas - Novo Regulamento | Obrigações e boas práticas'.

Com este seminário, pretende-se sensibilizar para a importância de implementar as mudanças necessárias ao cumprimento do novo Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD), destacando-se as novas obrigações das empresas e práticas a incorporar, bem os direitos dos titulares.

O novo RGPD será aplicável a partir de 25 de maio de 2018, implicando alterações a nível legal, tecnológico e processual.

A participação é gratuita, mas sujeita a Inscrição Prévia

Livro de Reclamações - alterações

2017-07-10

Foi publicado, a 21 de Junho, o Decreto-Lei nº 74/2017 , que altera o Decreto-Lei nº 156/2005 de 15 de Setembro (com as alterações introduzidas posteriormente), e que consagra o regime jurídico do Livro de Reclamações.

As alterações introduzidas pelo Decreto-Lei nº 74/2017 concretizam uma das medidas do simplex 2016, que é a criação do formato electrónico do livro de reclamações, e de um modo geral, a desmaterialização do processo de reclamação.

Ainda de acordo com o preâmbulo do diploma, as alterações ora introduzidas traduzem-se na disponibilização de uma plataforma digital que permita aos consumidores apresentar reclamações e submeter pedidos de informação de forma desmaterializada, bem como consultar informação estruturada, promovendo-se o tratamento mais célere e eficaz das solicitações e uma maior satisfação daqueles.

É assim instituída a obrigatoriedade de existência e disponibilização do livro de reclamações, nos formatos físico e eletrónico (nº2 do artigo 1º).

No entanto, a implementação do formato electrónico do Livro de Reclamações será faseada, aplicando-se, desde 1 de Julho somente aos prestadores de serviços públicos essenciais- gás natural, electricidade, comunicações electrónicas, serviços postais, água, recolha e tratamento de águas residuais, gestão de resíduos sólidos urbanos.

Numa segunda fase, ou seja, a partir de 01 de Julho de 2018, as disposições relativas ao formato electrónico do livro de reclamações são aplicáveis aos demais prestadores de serviços “após apresentação, pela Direção - Geral do Consumidor, de relatório de avaliação de impacto sobre os resultados de implementação aos prestadores de serviços públicos essenciais”, (nº3 do artigo 9º do decreto-lei nº 74/2017).

Destacam-se algumas das alterações agora introduzidas e que não se cingem à desmaterialização do livro de reclamações:

• O fornecedor de bens ou prestador de serviços é obrigado a possuir o formato eletrónico do livro de reclamações*

• O fornecedor de bens ou prestador de serviços pode enviar por via eletrónica a folha de reclamação e demais elementos à entidade reguladora do setor ou entidade de controlo de mercado competente, devendo manter, por um período de três anos, um arquivo devidamente organizado dos documentos originais e dos comprovativos da respetiva remessa no formato eletrónico, salvo se prazo superior for fixado em legislação especial.(artigo 5 – A).

• Por sua vez o novo artigo 5º B estabelece um conjunto de obrigações do fornecedor de bens e do prestador de serviços relativas ao formato eletrónico do livro de reclamações, designadamente a obrigação do fornecedor de bens ou prestador de serviços de divulgar nos respetivos sítios na Internet, em local visível e de forma destacada, o acesso à Plataforma Digital. Os fornecedores de bens e prestadores de serviços que não disponham de sítios na Internet devem ser titulares de endereço de correio eletrónico para efeitos de receção das reclamações submetidas através da Plataforma Digital.

Estabelece ainda este artigo, que fornecedor de bens ou prestador de serviços deve responder ao consumidor ou utente no prazo máximo de 15 dias úteis a contar da data da reclamação, salvo se for estabelecido prazo inferior em lei especial, para o endereço de correio eletrónico indicado no formulário,informando-o, quando aplicável, sobre as medidas adotadas na sequência da mesma.

• O consumidor ou utente pode formular a reclamação em formato eletrónico através da Plataforma Digital.

• A perda ou extravio do livro de reclamações obriga o fornecedor de bens ou o prestador de serviços a comunicar por escrito esse facto à entidade reguladora do setor ou à entidade de controlo de mercado competente, no prazo máximo de cinco dias úteis (nº2 do artigo 8º).

• A mudança de morada do estabelecimento, a alteração da atividade ou do respetivo CAE, ou a alteração da designação do estabelecimento não obriga à aquisição de um novo livro de reclamações mas o fornecedor de bens ou prestador de serviços deve comunicar eletronicamente, à Imprensa Nacional - Casa da Moeda, S.A., a alteração efetuada, para efeitos de averbamento no livro de reclamações (nºs 4 e 5 do artigo 8º) (a partir de Outubro de 2017).

O diploma em análise procede ainda à identificação dos fornecedores de bens e prestadores de serviços, de forma sistematizada, até agora elencados em anexos diferentes, que se encontram abrangidos pela obrigatoriedade de disponibilização do livro de reclamações.

O diploma é ajustado de forma a assegurar aos consumidores e utentes vulneráveis o pleno exercício do direito de queixa, impondo-se ao fornecedor de bens ou prestador do serviço o dever de auxílio no preenchimento da reclamação;

Deixa de haver um modelo específico para afixar a informação sobre a existência do livro de reclamações, mas continua a ser obrigatório ter visível essa informação.

Informação com base na circular 66/17 emitida pela CCP – Confederação do Comércio e Serviços de Portugal.

ACIFF e MGM-Club com cartão de fidelização

2017-07-10

Os cartões de fidelização podem facultar aos comerciantes e prestadores de serviços informação direta e fidedigna que mais nenhuma outra ferramenta poderá dar.

Se hoje uma das variáveis fundamentais do negócio é o conhecimento do consumidor, o cartão capta toda essa informação, lembrando que uma das grandes tendências do retalho é o “customer centricity”, ou seja, colocar o cliente no centro de tudo.

A ideia dos cartões de fidelização vai de encontro a uma regra básica nos negócios, isto é, manter um cliente é mais fácil do que atrair novos consumidores. Portanto, para não perder clientes, cada vez mais as empresas investem em programas de fidelização.

Nesta Linha, e seguindo as tendências neste capitulo dos programas de fidelidade praticados essencialmente pelas Grandes Superfícies e Gasolineiras nacionais, assente no conceito “DESCONTO EM CARTÃO” a MGM Club oferece uma plataforma “Cartão de Cliente” que a ACIFF considerou ser uma mais valia para os seus associados.

Assim foi estabelecida uma parceria com a MGM – Club detentora desta plataforma e de uma app que permite ao consumidor final acumular saldo nos estabelecimentos aderentes e será neles que o mesmo é descontado.

Ao descarregar a aplicação em www.mgm-club.com fica a conhecer todos as lojas aderentes e as suas vantagens.

Até ao momento os associados aderentes a esta plataforma são:

• Centro Dietético Salutaris

• Centro Multiterapêutico Raio Azul

• Champagne Bar

• Doces de Portugal

• Farmácia Central

• Farmácia Faria

• Farmácia Soares

• Foztropic - loja animais

• Goldenart – Consultoria de Imagem e design de Moda

• Ideias à Medida - atelier de costura e retrosaria

• Katharina Philip – cabeleireiro

• Lota Nova – Carluz Bar

• Marujo Sandwich Bar

• Passerelle – pronto a vestir

• Pentyarte Cabeleireiro

• Restaurante A Cantarinha

• Roupa Nova - pronto a vestir

• Salão Chapéu

• Santiago Bikes

• Volta & Meia – restaurante

• We Phone - Telecomunicações

Mais informações através do email aciff@aciff.pt ou telefone: 233401320.

Formação financiada a 90%

2017-07-10

A ACIFF está a desenvolver dois projetos com recurso à metodologia de formação-ação para PME´s da sua área de atuação - QIpme2020 e Dinamizar

O financiamento é a fundo perdido até 90% dos custos de participação, sendo as ações de formação-ação desenvolvidas desde junho 2017 até dezembro de 2018, na área temática de Organização e Gestão.

O objetivo geral é qualificar e reforçar a competitividade e capacidade de resposta no mercado global das PME´s.

A participação nestes projetos permite uma análise e diagnóstico à empresa, possibilitando a elaboração de um plano de ação com o objetivo de melhorar os resultados da empresa e reforçar as competências de gestão dos empresários e dos recursos humanos.

Será possível optar por dois tipos de intervenção:

INTERVENÇÃO NA EMPRESA:
Consultoria Formativa e Formação em sala que permitirá:
- introdução de novos métodos ou novas filosofias de organização do trabalho
- reforço das capacidades de gestão
- gestão financeira/ organização contabilística/ procedimentos de cobrança
- estudos e projetos
- redesenho e melhoria de layout
- ações de benchmarking
- melhoria das capacidades de desenvolvimento e distribuição de produtos, processos e serviços
- ações de melhoria do clima organizacional
- implementação de planos de comunicação e promoção comercial dos negócios

FORMAÇÃO PARA EMPRESÁRIOS em GESTÃO ESTRATÉGICA E OPERACIONAL:
- com o objetivo de capacitar os empresários em novos modelos de negócio e competências de apoio à gestão e à inovação aberta que estimulem parcerias e a cooperação empresarial.
- 75 horas de formação em sala e 50 horas de consultoria na empresa
- destinado a um grupo de 12 empresários

Mais informações através do email: formacao@aciff.pt

Como fazer um checklist das obrigações legais?

2017-09-12

Atenta às obrigatoriedades que as empresas tem de cumprir a ACIFF irá realizar no próximo dia 26 de setembro, pelas 14h00, no auditório da Incubadora de Empresas da Figueira da Foz, uma sessão de esclarecimento onde se irá dar a conhecer aos presentes as obrigações legais.

COMO FAZER A CHEKLIST DAS OBRIGAÇÕES LEGAIS?

Como saber qual a legislação que é aplicável à sua organização;
Articulação entre Código do Trabalho e a IRCT aplicável;
Deveres gerais das partes: perspetiva do empregador e perspetiva do trabalhador;
Deveres específicos do seu sector de atividade;
Obrigações a ter em conta na elaboração da checklist:
- Licenças e afins;
- Admissão dos trabalhadores;
- Contratualização;
- Cessação;
- Deveres de informação;
- Horários e limites à duração do trabalho;
- Formação profissional;
- Saúde e segurança no trabalho;
- Entre outros…
Como retirar consequências da checklist elaborada: identificar as contraordenações

Oradores:
Dr. Ricardo Lacerda Dias e Dra. Rita Baptista

Inscrições através do link:

Inscrições em https://goo.gl/forms/xI12xRsIqhuMBONW2