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LINHA CAPITALIZAR 2018

2018-07-11

Lançada pelo Ministério da Economia, a 11 de julho de 2018, a Linha de Crédito Capitalizar 2018 tem uma dotação de 1.600 milhões de euros, distribuídos por um conjunto de instrumentos financeiros dirigidos maioritariamente a PME.

Com montantes de financiamento entre 50 mil e 2 milhões de euros por empresa e prazos que variam entre 3 e 10 anos, a Linha de Crédito Capitalizar 2018 está disponível nos balcões dos bancos aderentes e está estruturada em linhas de crédito específicas:


Linha “Micro e Pequenas Empresas”

Dotação: 450 milhões de euros
Objetivo: melhorar as condições e facilitar o acesso ao crédito às Micro e Pequenas Empresas

Linha “Indústria 4.0 – Apoio à Digitalização”

Dotação: 100 milhões de euros
Objetivo: melhorar e facilitar o acesso ao crédito às empresas que desenvolvam, produzam ou invistam em soluções tecnológicas no âmbito da Indústria 4.0 – Apoio à Digitalização

Linha “Fundo de Maneio”

Dotação: 700 milhões de euros
Objetivo: complementar à Linha IFD (que tem restrições ao financiamento de Fundo de Maneio)

Linha “Plafond de Tesouraria”

Dotação: 150 milhões de euros
Objetivo: Induzir a oferta de crédito na modalidade de plafond de crédito em sistema de revolving conferindo maior flexibilidade à gestão de tesouraria

Linha “Investimento Geral”

Dotação: 100 milhões de euros
Objetivo: financiamento de investimentos: Regiões de Lisboa e Algarve; Não PME e CAE's fora da Linha Capitalizar

Linha “Investimento Projetos 2020”

Dotação: 100 milhões de euros
Objetivo: complementar à Linha IFD 2016 para despesas de investimentos em projetos 2020

Consulte toda a informação no documento de divulgação da Linha de Crédito Capitalizar 2018.

Anexos
Linha de Credito Capitalizar 2018

Outras Noticias

FigueiraSea em setembro na Praça do Forte

2019-05-17

No próximo mês de setembro a ACIFF - Associação Comercial e Industrial da Figueira da Foz em parceria com a Câmara Municipal da Figueira da Foz, organizam a “FigueiraSea – Sustainable Expo Alliance”.
O evento irá decorrer entre os dias 25 e 28 de Setembro, na Praça do Forte da cidade da Figueira da Foz.

Pretende-se que a FigueiraSea seja uma exposição com uma vertente profundamente económica, aberta à comunidade, vocacionada para o Mar e para a Sustentabilidade tornando-se este um espaço de referência na Figueira da Foz onde a economia azul e a sustentabilidade das sociedades e das organizações, encontrem um palco de excelência.

O Mar, o desenvolvimento sustentável das empresas e das sociedades, e o seu reflexo na economia, a responsabilidade social dos intervenientes, um planeta com futuro, são desafios que estão definitivamente na ordem do dia. São estes temas que pretendemos ver refletidos nos expositores e participantes deste certame.

Na Praça do Forte será colocada uma tenda com capacidade para aproximadamente 60 espaços de exposição (espaços de 3x3 = 9 m2). No exterior e devidamente organizado está definido espaço para exposição de atividades de maior dimensão (área de 25m2) também à volta de 64 espaços.

Dentro e fora da tenda a inovação, as start ups e o empreendedorismo têm uma área definida para que se possam dar a conhecer.

Haverá ainda lugar a uma zona de alimentação (num modelo street food) onde haverá um pequeno palco para alguma dinamização nomeadamente música ao vivo com a colaboração do Conservatorio, da Escola de Artes do CAE, entre outros.

Estão programadas atividades de lazer associadas ao Mar com a colaboração de entidades locais nomeadamente o Clube Náutico, a seção de remo da Naval e do Ginásio, batismos de surf com Escolas Surf e os Agrupamentos de Escolas do Concelho também se associaram a esta iniciativa envolvendo os seus jovens em atividades a desenvolver.

Está ainda programada a vinda de uma fragata ou barco semelhante por parte da Marinha que será um polo de atração e visita.


A FigueiraSea será inaugurada no dia 25 setembro pelas 18h, funcionando nos restantes dias entre as 15h e as 23h, com entrada gratuita.

Em paralelo decorrerá no CAE – Centro de Artes e Espetáculos da Figueira da Foz uma conferência científica internacional a Blue Ocean Meeting que é responsabilidade do Marefoz e da Universidade de Coimbra.

Associaram-se à feira diversas individualidades locais e nacionais que compõem a designada Comissão de Honra e que são:

- Prof. Doutor Amílcar Falcão - Reitor da Universidade de Coimbra

- Prof. Doutora Ana Abrunhosa - Presidente da CCDRC - Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro

- Eng.ª Ana Paula Vitorino - Ministra do Mar

- Almirante António da Silva Ribeiro - Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas

- Almirante António Mendes Calado - Chefe do Estado-Maior da Armada e da Autoridade Marítima Nacional

- Dr. Carlos Moita - Presidente Direção da ACIFF - Associação Comercial e Industrial da Figueira da Foz

- Dr. Carlos Monteiro - Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz

- Dr.ª Fátima Lopes Alves - Presidente Conselho Administração Porto da Figueira

- Dr. Fernando Cardoso - Administrador da Sorefoz – Electrodomésticos e Equipamentos, SA

- Dr. Fernando Matos - Administrador do Casino Figueira - Sociedade Figueira Praia, S.A.

- Eng.º João Cardoso - Administrador do Grupo Litocar

- Prof. Doutor João Carlos Marques - Coordenador Marefoz

- Engº João Damasceno - Diretor Geral das Águas da Figueira, S.A.

- Dr. José Carlos Alexandrino - Presidente CIM|RC - Comunidade Intermunicipal Região Coimbra

- Dr. José Couto - Presidente de Direção do CEC/CCIC - Conselho Empresarial do Centro

- Dr. Mário Vaz - CEO da Vodafone Portugal

- Dr. Nogueira Santos - Administrador da Celulose Beira Industrial (Celbi) S.A

- Doutor Paulo Mirpuri - Presidente e Diretor Executivo Mirpuri Investments e Mirpuri Foundation

- Dr Paulo Pinto - Diretor Geral Espanha e Portugal - Verallia

- Prof. Doutor Pedro Costa - Presidente do Coimbra Business School

- Dr. Pedro Machado - Presidente do Turismo Centro Portugal

- Eng.º Pedro Marques - Administrador da Microplásticos

- Dr. Pedro Siza Vieira - Ministro Adjunto e da Economia

A Figueira da Foz está desta forma a dinamizar temáticas de grande importância e de preocupação com as gerações futuras

Livro de Reclamaões On Line obrigatório a partir de 1 julho

2019-05-16

O Decreto-Lei 74/2017 de 21 de junho veio estabelecer a obrigatoriedade de utilização do livro de reclamações eletrónico para a grande maioria dos agentes económicos.

Esta 2.ª fase de implementação do Livro de Reclamações Eletrónico – aplicável aos setores económicos fiscalizados pela ASAE – teve início a 1 de julho de 2018 e termina a 1 de julho de 2019.

O livro de reclamações eletrónico não substitui o livro de reclamações físico, que deve estar visível no estabelecimento, por isso ambos os formatos (físico e digital) são obrigatórios.

As atividades económicas abrangidas são as que são fiscalizadas pela ASAE (ex. estabelecimentos de restauração ou bebidas, lavandarias, cabeleireiro, beleza ou outros de natureza similar, de tatuagens e colocação de piercings, de manutenção física, de reparação de bens pessoais e domésticos, de estudos e de explicações, funerárias, estabelecimentos hoteleiros e agências de viagens).


Estas empresas dispõem no sítio da internet em Livro Reclamações e uma área específica, onde poderão, de forma simples e rápida, registar-se, sendo-lhe atribuído a título gratuito, um lote de 25 reclamações eletrónicas.

Após o registo e processo concluído terá acesso à sua área de trabalho onde poderá gerir as reclamações eletrónicas que lhe forem remetidas.

As empresas serão notificadas através de e-mail, que existe uma reclamação relativamente à sua atividade quando o consumidor preenche a reclamação eletrónica na plataforma.

A partir da data da notificação da existência da reclamação, as empresas têm a obrigação de, no prazo de 15 dias úteis responder ao consumidor ou utente para o e-mail indicado na reclamação informando-o, quando aplicável, sobre as medidas adotadas na sequência da mesma e comunicar à ASAE a resposta remetida ao consumidor ou utente em virtude da reclamação formulada, bem como outros elementos que entenda pertinentes.

Devem ainda as empresas divulgar nos respetivos sítios da internet, em local visível e de forma destacada, o acesso à Plataforma Digital.
As que não disponham de sítios na internet devem ser titulares de endereço de correio eletrónico para efeitos de receção das reclamações submetidas através da Plataforma Digital.

A ACIFF disponibiliza os seus serviços para informações, bem como apoio no processo de registo.

RCBE com prazo até 30 de junho

2019-05-15

Foi prorrogado, até 30 de junho de 2019, o prazo para a realização da declaração inicial do Registo Central do Beneficiário Efetivo (RCBE) para as entidades sujeitas a registo comercial (por exemplo, sociedades comerciais), constituídas até 1 de outubro de 2018, independentemente da sua natureza jurídica.

Relembramos que o prazo terminava inicialmente a 30 de abril.

A ACIFF está disponível para colaborar na realização destes registos.

EPAT – CRIAÇÃO DE PROPRIO EMPREGO

2019-05-15

A ACIFF é Entidade Prestadora de Apoio Técnico (EPAT) por acreditação do IEFP, o que lhe permite prestar apoio técnico a promotores de projetos de criação do próprio
emprego ou empresa financiados pelo Programa de Apoio ao Empreendedorismo e à Criação
do Próprio Emprego (PAECPE) no âmbito de medidas e programas de apoio ao
empreendedorismo executadas pelo IEFP.

As EPAT prestam o seguinte apoio aos empreendedores:

- Apoio técnico prévio à aprovação do projeto de criação do próprio emprego ou empresa, contemplando o desenvolvimento de competências em empreendedorismo e apoio específico à criação e estruturação do projeto, incluindo elaboração de planos de investimento e de negócio.


- Apoio técnico à consolidação do projeto, nos dois primeiros anos de atividade da empresa, contemplando acompanhamento da execução do projeto aprovado e consultoria em aspetos relacionados com a gestão e operacionalização da atividade

Mais informações através do n.º 233401320.